A ida dos estudantes de comunicação da Fib – Centro Universitário da Bahia ao Subúrbio Ferroviário fez parte do projeto Salvador na Sola do Pé, promovido pela própria faculdade. Os estudantes de comunicação teriam a oportunidade de conhecer o Subúrbio Ferroviário com olhos mais críticos, já que seriam orientados a serem e iriam produzir trabalhos em cima de temas relacionados ao subúrbio.
Ao entrarmos no trem (uma vagão reservado só para o grupo) totalmente reformado, amarelo e com o selo inconfundível da Prefeitura de Participação Popular, eu pude me sentir em uma nave extraterrestre, totalmente alheio e protegido de tudo e de todos ao nosso redor. O que tornou a viagem “inesquecível” não foi só o calor desesperador dentro do trem e a impossibilidade de se conseguir um gole de água, foi, também, a música cansativa e estridente transmitida por um sistema amontoado de som durante todo o trágico trajeto. Se existe um trem que leva os desgraçados para o “inferno”, esse o é. E ainda estávamos “glória a deus!” no trem recém reformado.
Com o mínimo de conhecimento que tenho sobre a triste realidade de abandono e descaso em relação ao Subúrbio Ferroviário faço a pergunta de resposta óbvia. Do que e de quem estaríamos sendo protegidos durante a viagem. Seria da realidade ou do fruto dessa realidade?
Em fim, ficamos totalmente alheios ao Subúrbio nesse primeiro momento. O “passeio de trem” rendeu muita insatisfação e se faz necessário uma nova visita ao objeto de pesquisa, com mais seriedade e compromisso por parte dos estudantes e dos organizadores do projeto.
Ao entrarmos no trem (uma vagão reservado só para o grupo) totalmente reformado, amarelo e com o selo inconfundível da Prefeitura de Participação Popular, eu pude me sentir em uma nave extraterrestre, totalmente alheio e protegido de tudo e de todos ao nosso redor. O que tornou a viagem “inesquecível” não foi só o calor desesperador dentro do trem e a impossibilidade de se conseguir um gole de água, foi, também, a música cansativa e estridente transmitida por um sistema amontoado de som durante todo o trágico trajeto. Se existe um trem que leva os desgraçados para o “inferno”, esse o é. E ainda estávamos “glória a deus!” no trem recém reformado.
Com o mínimo de conhecimento que tenho sobre a triste realidade de abandono e descaso em relação ao Subúrbio Ferroviário faço a pergunta de resposta óbvia. Do que e de quem estaríamos sendo protegidos durante a viagem. Seria da realidade ou do fruto dessa realidade?
Em fim, ficamos totalmente alheios ao Subúrbio nesse primeiro momento. O “passeio de trem” rendeu muita insatisfação e se faz necessário uma nova visita ao objeto de pesquisa, com mais seriedade e compromisso por parte dos estudantes e dos organizadores do projeto.

2 comentários:
Anjinhoooo, arrasou em sua postagem. Adoreiiiiii!!
Bjks
oiiiii
adorrei vc fl do nosso padsseio!!
kkkk
bjos
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